VEM AÍ: IV EDIÇÃO DA PESQUISA MULHERES NA LIDERANÇA

Pacto Global e Agenda 2030 fazem representatividade feminina nas empresas ganhar espaço e relevância na pauta mundial.

Há quatro anos, quando a WILL decidiu lançar a I Pesquisa Mulheres na Liderança, tínhamos claro o propósito que nos move até hoje e cada vez mais: é fundamental promover a equidade de gênero nas empresas, não apenas pelos ganhos sociais inquestionáveis, mas também como oportunidade de conscientização do que isso pode representar para os negócios. São incontáveis as evidências de que as empresas que têm políticas inclusivas e mais mulheres ocupando as diretorias apresentam resultado financeiro mais expressivo. Está mais do que provado que a diversidade favorece o encontro de referências, pontos de vista e bagagem, que acabam por propiciar um ambiente de inovação e criatividade e, consequentemente, maior lucratividade.

De lá para cá, a Pesquisa Mulheres na Liderança vem se consolidando como um parâmetro importante do mercado brasileiro. Pelo terceiro ano consecutivo, a pesquisa é feita com os jornais Valor Econômico e O Globo, e com as revistas Época Negócios e Marie Claire, em parceria o Instituto Ipsos. Ela tem permitido identificar e acompanhar a evolução das práticas das empresas no que diz respeito à maior participação das mulheres em posições de liderança, bem como a melhoria dos programas de atração, promoção e retenção a elas dedicados.

Essa é uma pauta global e que ganha ainda mais relevância para as empresas comprometidas com os aspectos relacionados à ESG, sigla em inglês para Governança Ambiental, Social e Corporativa, que se refere aos três fatores centrais na medição da sustentabilidade e do impacto social de um investimento em uma empresa ou negócio. Tanto é que, no ano passado, o Pacto Global das Nações Unidas e outras 30 instituições lançaram a iniciativa ‘Equidade é Prioridade’. Entre as cerca de 300 empresas de 52 países que assinaram o Pacto, 31 delas são empresas nacionais. Todas têm como meta o estabelecimento de um percentual que varia entre 30% e 50% para cargos de diretoria, de modo a avançarmos contra os pífios 16% dos cargos hoje destinados a mulheres nessas posições.

Nas próximas semanas, será lançada a IV Pesquisa Mulheres na Liderança. Gostaria de conclamar todas as empresas, tanto as 162 que participaram no ano passado e em anos anteriores, como também as demais, a responderem. Quanto maior o número de empresas respondentes, melhor será o entendimento do cenário e das evoluções que estamos obtendo e a identificação do que é mais urgente fazer.

A participação na pesquisa é gratuita e se destina a empresas com mais de 100 colaboradores ou que possuam uma receita operacional liquida igual ou superior a R$300MI. É importante destacar que as empresas que participam da pesquisa recebem um relatório exclusivo de seu ranqueamento. Os resultados serão conhecidos em outubro, por meio de um caderno no jornal Valor Econômico e em reportagens nos demais veículos da Editora Globo que, neste ano, ampliou o seu apoio à iniciativa, ao disponibilizar também as rádios CBN e Globo para dar maior destaque à pesquisa e ao tema, por entender a sua relevância.

Comente, divulgue e junte-se a nós nesta iniciativa de promover oportunidades iguais para todos.

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